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ANGOLA INVESTMENT SUMMIT 2026 | ADDRESS BY PRESIDENT JOÃO LOURENÇO | LUANDA | JUN 18, 2026

Governo 21-09-2026
Presidente João Lourenço vai discursar nas Nações Unidas

O Presidente da República, João Lourenço, vai discursar, nesta terça-feira (22 de setembro), pela oitava vez, no Debate Geral da Assembleia Geral das Nações Unidas, ocasião que reúne Chefes de Estado e de Governo dos 193 Estados-membros da organização para apresentarem as suas visões e prioridades sobre os principais desafios globais.

A primeira intervenção de João Lourenço ocorreu a 26 de Setembro de 2018, durante a 73.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, um ano depois de ter assumido a Presidência da República.

No discurso inaugural naquela que constitui uma das principais tribunas da diplomacia mundial, João Lourenço, que completava o primeiro ano do mandato presidencial, chamou a atenção para a necessidade de a ONU permanecer focada nos propósitos que estiveram na base da sua criação, entre os quais o restabelecimento da paz, a promoção da concórdia entre as nações, a igualdade soberana dos Estados e a construção de um mundo assente na cooperação, no progresso e no bem-estar dos povos.

Em 2019, durante a intervenção na 74.ª sessão da Assembleia Geral, João Lourenço voltou a manifestar preocupação com os vários conflitos existentes no mundo e defendeu o multilateralismo nas relações internacionais como uma das vias para a promoção da segurança e da paz.

Na mesma ocasião, reiterou a importância do alargamento do número de membros permanentes do Conselho de Segurança, de modo a incluir países de África e da América do Sul, por considerar que a actual composição não reflecte de forma equilibrada a realidade geoestratégica mundial.

Em 2020, devido à pandemia da Covid-19, os líderes mundiais não se deslocaram a Nova Iorque para participar presencialmente na 75.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. Pela primeira vez na história da organização, o tradicional Debate Geral realizou-se em formato virtual.

Os Chefes de Estado e de Governo apresentaram as suas intervenções por meio de discursos gravados em vídeo, exibidos no grande ecrã do Salão da Assembleia Geral.

Na sua comunicação, João Lourenço destacou a solidariedade registada durante a pandemia e considerou fundamental o investimento directo nas economias dos países em desenvolvimento como factor determinante para o crescimento económico Chefe de Estado, João Lourenço, desembarcou no Aeroporto Internacional John F. Kennedy e o desenvolvimento.

O Presidente da República sublinhou, naquela ocasião, que a pandemia demonstrou que a actuação coordenada permite repartir, de forma mais eficaz, as responsabilidades e alcançar resultados mais satisfatórios.

Em 2021, apesar de o mundo continuar afectado pela pandemia da Covid-19, os líderes mundiais regressaram presencialmente a Nova Iorque para participar na 76.ª sessão da Assembleia Geral.

No seu discurso, João Lourenço apelou para a necessidade urgente de se estabelecer uma compreensão geral de que a solidariedade e a simplificação dos processos de acesso às vacinas constituíam vias fundamentais para a vitória no combate à pandemia.

O Chefe de Estado criticou a disparidade existente entre os países quanto à disponibilidade de vacinas e voltou a defender a necessidade de se promover a paz nas várias regiões do mundo afectadas por conflitos.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 21-09-2026
Embaixadora Sacko propõe 50 soluções para combater a fome no mundo

A diplomata angolana Josefa Sacko, candidata ao cargo de directora-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), propõe 50 pactos nacionais e regionais voluntários como solução para acelerar o combate à fome e incentivar investimentos práticos no sector Agro-alimentar.

Numa cartilha que apresenta as linhas de força e as prioridades estratégicas da sua plataforma, a diplomata advoga a criação de um plano prático elaborado pelos Estados-membros, nos primeiros 100 dias da sua liderança, para reforçar a implementação institucional.

No documento, a embaixadora aponta como visão “um mundo sem fome, onde o conhecimento científico se traduz numa prosperidade partilhada para quem produz os alimentos do Planeta”.

Nessa perspectiva, pretende imprimir uma nova dinâmica ao Pacto de Roma para a fome zero, uma iniciativa unificada entre a FAO, o Programa Alimentar Mundial (PAM) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) para responder desde situações de emergência até ao desenvolvimento sustentável a longo prazo.

A candidata angolana propõe, igualmente, a criação da Plataforma Global de Preparação para Investimentos Agroalimentares, com vista a suprir a lacuna técnica existente entre as políticas agrícolas dos países e o capital financeiro internacional.

Neste âmbito, define como meta a mobilização de 10 mil milhões de dólares em programas financiáveis e resilientes às alterações climáticas.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 13-09-2026
Aplicados 99 mil milhões de dólares na produção petrolífera em nove anos

O investimento no domínio petrolífero, nos últimos nove anos, em Angola, foi de cerca 99 mil milhões de dólares, segundo o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.

Ao discursar na abertura da 7.ª edição da Conferência Internacional e Exposição Angola Petróleo e Gás (AOG 2026), o governante fez saber que, no período em referência, foram perfurados 38 poços de exploração, que resultaram em 16 descobertas.

Indicou a negociação de 72 novas concessões, das quais 44 já foram assinadas e as restantes 28 em fase de aprovação.

O ministro de Estado precisou que Angola continua comprometida com o desenvolvimento do sector de petróleo e gás de modo responsável, competitivo e sustentável.

Defendeu a criação internamente de valor acrescentado aos recursos naturais, para gerar mais actividade económica, empregos e competências.

Nesse particular, José de Lima Massano elencou as reformas e iniciativas destinadas a criar melhores condições para o desenvolvimento abrangente da indústria de petróleo e gás.

Durante a sua abordagem, reconheceu os desafios colocados pelas alterações climáticas e a necessidade de se avançar para uma transição energética justa.

A propósito, apontou para uma transição gradual, equilibrada e inclusiva, que permita conciliar os objectivos de descarbonização com o imperativo do desenvolvimento económico e social de Angola.

“Vamos continuar a produzir hidrocarbonetos, mas vamos fazê-lo de forma cada vez mais responsável, eficiente e sustentável, com a utilização de tecnologias eficientes e consolidação de uma matriz energética diversificada, combinando os hidrocarbonetos e o gás natural com a energia hidroeléctrica, solar, eólica e a biomassa”, vincou.

Destacou a contínua expansão da fronteira exploratória, por via da descoberta de novos recursos, renovação de reservas e criação de condições necessárias para sustentar a produção no longo prazo.

No segmento de gás, o ministro de Estado salientou que as reformas em curso permitiram avanços assinaláveis. Considerou que este domínio tornou-se relevante, com foco na exploração de campos de gás não-associado e no desenvolvimento de projectos em grande escala.

Encorajou a aposta no conteúdo local, para que mais empresas angolanas forneçam bens e serviços à indústria petrolífera e mais quadros nacionais qualificados participem nas diferentes etapas da cadeia de valor.

Reafirmou o compromisso do Governo angolano com a estabilidade contratual, segurança jurídica, previsibilidade e a competitividade do ambiente de negócios.

Aos investidores, lançou o convite para apostarem em toda cadeia de petróleo e gás do país, sem descurar outros sectores da economia de reconhecido potencial.

Fonte: Angop

suica.mirex.gov.ao Embaixadora de Angola na Suiça

Filomena Delgado



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