Estas são as principais realizações do Presidente angolano, João Lourenço, desde 2017:
1. Inauguração do Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto, em Luanda, com duas pistas, 31 mangas e capacidade projectada para mais de 15 milhões de passageiros por ano.
2. Modernização e expansão da rede rodoviária nacional, com construção, reabilitação e manutenção de estradas em todo o país.
3. Reabilitação e expansão do Caminho de Ferro de Benguela.
4. Modernização dos sistemas de navegação aérea e controlo do espaço aéreo nacional.
5. Construção e expansão de infraestruturas aeroportuárias provinciais, incluindo os projectos de Cabinda e Mbanza Kongo.
6. Desenvolvimento da infraestrutura logística da Barra do Dande.
7. Expansão da rede pública de saúde, de 2.612 unidades em 2017 para 5.958 em 2024, segundo dados do Executivo.
8. Admissão de mais de 46 mil novos profissionais de saúde.
9. Construção e modernização de hospitais de referência em várias províncias.
10. Inauguração do Hospital Materno-Infantil Dr. Manuel Pedro Azancot de Menezes, no Camama, com 220 camas.
11. Inauguração do Hospital Geral de Viana Bispo Emílio de Carvalho, com 356 camas.
12. Construção do Hospital Geral do Cuanza-Sul.
13. Inauguração do Hospital Geral do Cuanza-Norte, com 200 camas, hemodiálise, cuidados intensivos e diversas especialidades.
14. Inauguração do Hospital Geral do Bengo, com 200 camas e múltiplas especialidades.
15. Inauguração do Hospital Geral do Cunene General Simione Mucune, com 200 camas e serviços especializados.
16. Transformação do antigo Hospital Sanatório de Luanda no Complexo Hospitalar Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, com mais de 300 camas e valências de elevada complexidade.
17. Inauguração do Hospital dos Queimados Presidente Julius Nyerere, em Luanda, com cuidados intensivos, cirurgia especializada, hemodiálise e câmara hiperbárica.
18. Expansão da rede de hemodiálise para várias províncias.
19. Introdução da cirurgia robótica em Angola.
20. Construção do Hospital Universitário da Universidade Agostinho Neto.
21. Construção do Canal do Cafu, no Cunene, com cerca de 165 km, destinado à irrigação agrícola e ao combate à seca.
22. Construção da Barragem do Ndúe, no Cunene, com capacidade de armazenamento de cerca de 170 milhões de metros cúbicos.
23. Construção da Barragem do Calucuve, integrada no programa de combate à seca no Sul.
24. Implementação do Programa de Combate aos Efeitos da Seca no Sul de Angola.
25. Construção do Sistema de Água do BITA, destinado a reforçar o abastecimento de água no sul de Luanda.
26. Desenvolvimento do Sistema de Água da Quilonga para reforçar o abastecimento de Luanda.
27. Expansão das redes de abastecimento de água nas províncias e municípios.
28. Mais de 500 mil novas ligações de água reportadas, beneficiando milhões de cidadãos.
29. Entrada em plena operação da Barragem de Laúca, com capacidade de cerca de 2.000 MW.
30. Expansão das linhas de transporte de electricidade Norte–Centro.
31. Avanço da interligação eléctrica Centro–Sul, incluindo as ligações Huambo–Lubango–Namibe, Lubango–Ondjiva e Huambo–Menongue.
32. Estruturação da interligação eléctrica Norte–Leste, incluindo a ligação Malanje–Saurimo.
33. Entrada em funcionamento do Parque Solar do Biópio, em Benguela, com cerca de 188 MW.
34. Implementação de grandes projectos de energia solar em Baía Farta, Saurimo, Luena e Caraculo.
35. Inauguração da Central Solar do Luau, reforçando a electrificação do leste do país.
36. Implementação do programa de electrificação rural através de energia solar.
37. Construção da Barragem de Caculo Cabaça, com capacidade projectada de aproximadamente 2.172 MW.
38. Reabilitação da Barragem do Luachimo, reforçando a produção de energia na região diamantífera.
39. Reabilitação e expansão da Central Hidroeléctrica da Matala.
40. Expansão do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação, com centenas de milhares de habitações e dezenas de centralidades e urbanizações.
41. Construção da Centralidade Teresa Afonso Gomes, em Caxito, com habitações e equipamentos sociais.
42. Desenvolvimento da Centralidade Bucula, no Bengo.
43. Expansão de centralidades e projectos habitacionais em várias províncias do país.
44. Continuação de projectos habitacionais em Luanda e Icolo e Bengo, incluindo Zango V, Vida Pacífica e KK5000.
45. Construção e reabilitação de 1.085 escolas, incluindo 772 novas escolas e 313 reabilitadas.
46. Criação de cerca de 9.430 novas salas de aula.
47. Contratação de mais de 20 mil novos professores.
48. Expansão do ensino superior e aumento do número de estudantes matriculados.
49. Aumento do número anual de licenciados, de cerca de 20 mil em 2017 para quase 30 mil em 2021, segundo dados oficiais.
50. Atribuição de dezenas de milhares de bolsas internas de licenciatura e pós-graduação.
51. Construção do novo campus da Universidade Lueji A’Nkonde, no Dundo, com capacidade para mais de 8 mil estudantes.
52. Construção do Instituto Politécnico Superior da Universidade Lueji A’Nkonde, em Saurimo.
53. Expansão das instalações do ensino superior em Cuito, Luena, Ondjiva, Soyo, Ndalatando e outras localidades.
54. Expansão da Universidade do Namibe através de novas infraestruturas académicas.
55. Inauguração do Centro de Ciência de Luanda.
56. Criação da Escola 42 Luanda, especializada em programação e competências digitais.
57. Inauguração do Parque de Ciência e Tecnologia de Luanda, com laboratórios, centro de investigação e incubadora tecnológica.
58. Implementação de reformas económicas e financeiras, incluindo reforma cambial, IVA, legislação da concorrência, investimento privado e reestruturação das empresas públicas.
59. Implementação do programa de privatizações PROPRIV.
60. Expansão dos programas de produção nacional, agricultura, indústria transformadora, pescas e outros sectores não petrolíferos.
61. Criação do programa Kwenda para apoio financeiro às famílias em situação de vulnerabilidade.
62. Implementação do Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza.
63. Implementação do PIIM — Plano Integrado de Intervenção nos Municípios, com milhares de projectos em infraestruturas sociais e económicas.
64. Inauguração da primeira fase da Refinaria de Cabinda, com capacidade inicial de cerca de 30 mil barris por dia.
65. Impulso à construção das refinarias de Cabinda, Lobito e Soyo e à modernização da Refinaria de Luanda.
66. Desenvolvimento do Terminal Oceânico da Barra do Dande para armazenamento estratégico de combustíveis.
67. Desenvolvimento da Zona Franca da Barra do Dande como pólo industrial e logístico.
68. Inauguração da primeira fase da fábrica de alumínio electrolítico da Barra do Dande.
69. Reforma do sector diamantífero, com abertura a maior participação privada e alterações nos mecanismos de exploração e comercialização.
70. Entrada em produção do projecto diamantífero do Luele, uma das maiores operações diamantíferas de Angola.
71. Lançamento do Angosat-2, reforçando a capacidade nacional de telecomunicações por satélite.
72. Inauguração do Centro de Controlo e Missão de Satélites, aumentando a capacidade de Angola para operar e gerir a sua infraestrutura espacial.