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ANGOLA INVESTMENT SUMMIT 2026 | ADDRESS BY PRESIDENT JOÃO LOURENÇO | LUANDA | JUN 18, 2026

Governo 31-10-2026
Proposta do OGE entregue ao Parlamento para apreciação e votação

O Executivoprocedeu à entrega, na Assembleia Nacional, da Proposta de Lei do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o exercício económico de 2027, que projecta uma despesa global de 37,3 biliões de kwanzas e antecipa um crescimento de 5,5 por cento para a economia angolana.

A entrega do documento formalizou-se numa cerimónia liderada pelo presidente da Assembleia Nacional, Adão de Almeida, que assegurou a pronta apreciação do texto legal pelos deputados.

O Executivo esteve representado por uma delegação multissectorial chefiada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano. A comitiva governamental integrou ainda a ministra das Finanças, Vera Daves, o ministro do Planeamento, Victor Hugo Guilherme, e o secretário do Presidente da República para os Assuntos Políticos e Parlamentares, Fernando Cativa.

Com a recepção da proposta, o Parlamento inicia agora o cronograma de debates e votações na especialidade para garantir a aprovação do orçamento antes do fim do ano.

No final do acto, José de Lima Massano afirmou que a despesa global vai sustentar o exercício económico de 2027 com o objectivo de preservar a estabilidade macroeconómica e continuar o percurso de crescimento.

O governante acrescentou que o sector não petrolífero continua a ser o motor, com um crescimento estimado de 7,1 por cento.

A proposta, explicou, procura dar continuidade às grandes linhas do Plano de Desenvolvimento Nacional, “mas com prudência financeira, face a um contexto externo de grandes desafios e a um percurso interno de desenvolvimento com foco no sector não petrolífero”.

Segundo José de Lima Massano, o diploma assenta ainda numa previsão de contínua redução da inflação, para preservação dos rendimentos das famílias e dos investimentos, e num preço médio do barril de petróleo de 71 dólares.

O ministro de Estado sublinhou que o sentido de prudência financeira com que a proposta foi construída, visa oferecer mais postos de trabalho, melhor rendimento para as famílias e preservar as conquistas sociais alcançadas até ao momento.

No capítulo do investimento público, José de Lima Massano avançou que o OGE de 2027 vai dar continuidade aos grandes programas em infra-estruturas de transporte rodoviário, Energia e Água, com particular destaque para o sector da Educação, através da continuidade do programa “Minha Escola, Meu Futuro”, permitindo que mais crianças tenham acesso ao sistema de ensino.

Do ponto de vista do financiamento, adiantou, o Executivo prevê para o próximo exercício económico necessidades brutas de endividamento de cerca de 15,5 biliões de kwanzas.

O responsável esclareceu que na eventualidade de o preço do barril de petróleo ficar acima do valor indicativo de 71 dólares previsto na proposta, essa necessidade poderá ser reduzida, tal como tem ocorrido com a execução do OGE de 2026.

Questionado sobre a dotação para as Eleições Gerais de 2027, o ministro de Estado assegurou que estão previstos os recursos necessários para que o processo eleitoral decorra com normalidade, segurança e tranquilidade, salientando que tudo o que do lado do Executivo se impõe nesta altura está a ser feito.

OGE começa a ser discutido no próximo dia 12 de Novembro
A discussão e votação na generalidade da Proposta de Lei que aprova o Orçamento Geral do Estado (OGE) para o exercício económico de 2027 está prevista para o dia 12 de Novembro, no quadro da realização da 2.ª Reunião Plenária Extraordinária da 5.ª Sessão Legislativa da 5.ª Legislatura, avançou ontem o primeiro- secretário da Mesa da Assembleia Nacional, Manuel Dembo.

O deputado fez estas declarações no final da Conferência dos Presidentes dos Grupos Parlamentares, orientada pelo líder do Parlamento, Adão de Almeida.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 29-10-2026
AIPEX: Privatizações um sinal de abertura ao investimento privado

O presidente do Conselho de Administração da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (AIPEX), Arlindo das Chagas Rangel, destacou, recentemente, as privatizações, a disponibilidade de recursos energéticos e a melhoria dos indicadores macroeconómicos como factores que podem reforçar a atractividade de Angola para os investidores internacionais.

Ao intervir no painel “Investir em Angola”, no âmbito do Fórum de Investimento da África Lusófona 2026, realizado na ilha do Sal, em Cabo Verde, o responsável sublinhou que a campanha de privatizações em curso no país deve ser entendida não apenas pelos valores arrecadados, mas sobretudo pelo sinal que transmite ao mercado, reportou a Revista Forbes África Lusofona.

Segundo Arlindo das Chagas Rangel, o processo demonstra a intenção do Estado de reduzir a sua participação enquanto operador económico e criar maior espaço para a intervenção do sector privado, permitindo que os empresários assumam um papel mais relevante na dinamização da economia.

No balanço dos investimentos captados, o responsável revelou que, entre 2023 e 2025, Angola registou cerca de 380 projectos, com um valor global de investimento estimado em 14,9 mil milhões de dólares, embora a transcrição do discurso não permita confirmar a moeda de referência.

De acordo com o presidente da AIPEX, os dados evidenciam o interesse de investidores estrangeiros no mercado angolano, com destaque para os países asiáticos, particularmente a China.

O responsável mencionou igualmente a presença de outros mercados, incluindo Singapura e Dubai, enquanto Portugal surge entre os países lusófonos com participação no investimento.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 29-10-2026
Angola e Tanzânia acordam mobilidade aérea e terrestre

O acordo de mobilidade entre Angola e a República Unida da Tanzânia, assinado, esta quinta-feira (29 de Outubro), em Dar Es Salaam, vai facilitar a deslocação da classe empresarial dos dois países, bem como da população em geral, afirmou o Presidente da República, João Lourenço.

No final das conversações entre as delegações angolanas e tanzanianas que culminou com a assinatura de cinco novos acordos, o Chefe de Estado explicou que os acordos assinados vai permitir a ligação área entre as capitais dos dois países.

Por outro lado, explicou que a ligação terrestre poderá ser feita a partir do Caminho de Ferro de Benguela com a ligação ferroviária da Zâmbia e Tanzânia conhecida como TAZARA ou Grande Ferrovia Uhuru.

A ferrovia liga o porto de Dar Es Salaam na costa do oceano Índico, na Tanzânia à cidade de Kapiri Mposhi, na província central da Zâmbia.

João Lourenço apontou, ainda, a necessidade de uma ligação marítima entre os dois países, e sublinhou a importância de cooperar no ramo da indústria aeroespacial.

O Presidente João Lourenço destacou a importância da visita de um Chefe de Estado angolano à Tanzânia no reforço de cooperação dos "países-irmãos", tendo em conta o laço histórico.

Referiu ser a primeira visita oficial de um Presidente de Angola no território tanzaniano, quase 47 anos depois que Agostinho Neto visitou a Tanzânia, em Dezembro de 1979.

Fonte: Jornal de Angola

suica.mirex.gov.ao Embaixadora de Angola na Suiça

Filomena Delgado



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